O desempenho recente de Vitor Roque pelo Palmeiras tem reforçado o impacto da contratação realizada em 2025. O atacante chegou ao clube em fevereiro, após acordo com o Barcelona que envolveu 25,5 milhões de euros.
Desde então, com bons números seu nome entrou em evidência no mercado internacional e ampliaram a discussão sobre o retorno financeiro que o clube pode alcançar em uma futura negociação.
A possibilidade de venda ganhou força após a expectativa de propostas próximas a 50 milhões de euros, conforme indicado pelo empresário André Cury. Esse cenário coloca o Palmeiras diante de uma análise estratégica, considerando o crescimento do atleta e as condições definidas no acordo com o Barcelona.
O clube espanhol mantém direito a uma porcentagem sobre qualquer transferência futura, com repasses que variam de 10% a 20%, dependendo do valor final da negociação. Isso reduz o montante líquido para o Palmeiras, mas não inviabiliza um ganho significativo em relação ao investimento inicial.
Situação contratual e valores envolvidos
A pressão do mercado europeu surge em um momento importante para o jogador, que também voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Mesmo com o assédio de clubes como o Manchester United, o Palmeiras pretende manter o atleta pelo menos até o fim da temporada, avaliando o impacto técnico que sua saída poderia causar.
O atacante recebe cerca de R$ 2 milhões por mês, valor superior aos aproximadamente R$ 1,75 milhão que ganhava no Betis. Além disso, seu contrato com o Palmeiras vai até dezembro de 2029, o que dá ao clube segurança para decidir o momento mais favorável de negociar sem pressa e com margem para obter o melhor retorno possível.





