O semáforo da faixa azul já foi implementado em algumas cidades do Brasil, principalmente nas grandes metrópoles, mas ainda causam certa confusão entre os motoristas desavisados. O objetivo da tecnologia é auxiliar o trânsito a fluir de forma mais eficiente do que os semáforos comuns, que são cronometrados.
Muitas vezes, os semáforos comuns fazem com que os condutores necessitem aguardar mesmo quando não há pessoas atravessando a rua ou carros vindo no outro sentido, por exemplo. No caso das grandes cidades, essa medida pode representar um risco à segurança, especialmente em regiões com altos índices de violência.

Por conta desse risco existente, muitos motoristas acabam não respeitando a sinalização, especialmente durante o período da noite ou da madrugada. Já o semáforo da faixa azul permite que os condutores possam ter mais “liberdade” na hora de tomar uma decisão no trânsito. Confira a seguir como funciona o modelo através de um passo a passo:
Semáforos da faixa azul já são usados em algumas cidades do país
- 1º O carro para em cima da faixa azul
- 2º O sensor identifica a presença do veículo
- 3º O semáforo entende que há alguém esperando e libera o sinal verde quando for seguro, diminuindo o tempo de espera
Desde 2018, cidades como Londrina, no Paraná, e Rio Claro, em São Paulo, colocam a faixa azul onde há um sensor indutivo, um fio metálico enterrado no asfalto que detecta a presença de um veículo. Já nas capitais São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, os semáforos inteligentes são um pouco diferentes, pois mudam de fases de acordo com a demanda através de ferramentas de análise de fluxo e sincronismo.
É dessa forma que surge a chamada “onda verde”, aplicada em vias de sentido único com característica uniformes de fluxo, pedestres e uso do solo, como confirma a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).





