O império da Starbucks, aos poucos, deixa de ser tão expressivo. De acordo com as informações, a rede deixou de ser a maior em Manhattan, nos Estados Unidos da América. A Dunkin’ Donuts assumiu a liderança. Os dados são da Center for na Urban Future, que monitora abertura e fechamento de franquias.
No entanto, esse não é o principal motivo para explicar a situação da Starbucks atual. De acordo com as informações, a rede pretende fechar em torno de 400 lojas pelos Estados Unidos da América no próximo ano. Um movimento em busca da reestruturação que custará em torno de R$ 1 bilhão.
A Starbucks contratou um novo CEO em 2024, Brian Niccol, para liderar os próximos passos. O principal objetivo é acabar com a saturação de franquias da loja. A presença massiva da marca nos Estados Unidos da América se tornou motivo de piada aos comediantes, celebridades e imprensa especializada.
A expansão agressiva para ser onipresente nos Estados Unidos da América começou a apresentar as consequências negativas. A estratégia de outrora da Starbucks é contraproducente em um mundo moderno por conta da concorrência com outras redes, alta dos custos e aumento do trabalho remoto, que mantém as pessoas em casa.
O reposicionamento da Starbucks liderado por Brian Niccol consiste em colocar a marca como um “terceiro lugar” entre casa e o trabalho. Por isso, mais de 18 mil lojas foram avaliadas nos Estados Unidos da América e Canadá. O CEO fechou aquelas que “apresentavam baixo desempenho e não atendiam aos padrões da marca”.
Apesar da exclusão de algumas franquias, a Starbucks também pretende abrir outras lojas pelos Estados Unidos da América. No entanto, as novas terão um design renovada e experiência aprimoradas para refletir o reposicionamento da marca.





