O Governo Federal encaminhou o Orçamento no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, com a previsão de reajuste no salário mínimo nacional em 7,37%. Segundo informações repassadas pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, o piso brasileiro será realocado para R$ 1.630 no próximo ano.
Caso as documentações sejam aprovadas, o reajuste será menor que o concedido de 2024 para 2025, quando o aumento registrou 7,5% e alterou o piso de R$ 1.412 para R$ 1.518. Em resumo, o acréscimo será evidenciado em 7,37%, mas projeta novos salários nos próximos anos. Em suma, o projeto estabelece evolução até 2029. Confira:
- 2026: R$ 1.630,00
- 2027: R$ 1.724,00
- 2028: R$ 1.823,00
- 2029: R$ 1.925,00

A título de compreensão, o salário mínimo nacional não impacta apenas os trabalhadores com carteira assinada, mas também serve como parâmetro de reajuste do funcionalismo público, das aposentadorias e benefícios fiscais. O cálculo é feito mediante as regras da política de valorização estabelecida pela Lei nº 14.663/2023.
Em resumo, a Inflação acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Por sua vez, os cálculos ganham notoriedade com o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores, limitado a 2,5%, conforme alteração aprovada pelo Congresso Nacional na Lei nº 15.077, de 27 de dezembro de 2024.
Descontos presentes no salário mínimo?
Ainda que esteja em fase de validação, nenhum trabalhador desembolsará R$ 1.630,00 por completo. Isso porque as cifras em questão correspondem ao valor bruto, sem a interferência dos descontos previstos por lei. Assim, somente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cada pessoa com carteira assinada terá dedução de R$ 122,25, acarretando no desembolso de R$ 1.507,75.





