CORREIO DO ESTADO
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Cidades
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Correio B
  • Opinião
  • Classificados
  • Últimas Notícias
  • Cidades
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Correio B
  • Opinião
  • Classificados
Sem resultados
Ver todos os resultados
CORREIO DO ESTADO
Sem resultados
Ver todos os resultados

Vizinho do Brasil é dono da rota marítima mais perigosa do mundo

Por Letícia Bonfante
02/01/2026

A Passagem de Drake, localizada entre o extremo sul do Chile e a Península Antártica, é considerada a rota marítima mais perigosa do mundo. No final de agosto, a região foi atingida por um terremoto de magnitude 7,1, a 10 quilômetros de profundidade, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). 

O episódio não gerou risco de tsunami, mas reforçou a fama do local. Navegar por essa passagem exige preparo extremo devido a ventos fortes, tempestades frequentes e ondas que podem atingir 20 metros, conforme registros da National Geographic.

Navios que atravessam a passagem precisam tomar medidas especiais de segurança. A oceanógrafa Karen Heywood explica que cada objeto a bordo deve ser fixado com mantas adesivas para evitar acidentes causados pelos movimentos do mar. 

A combinação de clima extremo e correntes poderosas faz da travessia um verdadeiro teste para navegadores. Desde sua primeira travessia documentada em 1616 pelo navegador holandês Willem Schouten, a passagem permanece como um desafio reconhecido por marinheiros e cientistas. 

Créditos: Reprodução

Importância ambiental e biológica

Apesar da periculosidade, a Passagem de Drake tem papel crucial no clima global. Sob suas águas circula a corrente circumpolar antártica, a maior do planeta, que conecta os oceanos Atlântico, Pacífico e Austral. 

Essa corrente transporta calor, nutrientes e remove cerca de 600 milhões de toneladas de carbono da atmosfera anualmente, o equivalente a um sexto das emissões humanas. O isolamento térmico da Antártica, causado pela abertura geológica do estreito há milhões de anos, contribuiu para a formação do continente gelado.

Além do clima, a região sustenta uma rica cadeia alimentar marinha. Plâncton, peixes, aves polares, focas e baleias dependem da passagem para sobreviver. Exploradores relatam que o contato com golfinhos e aves na chegada à Antártica compensa, em parte, os riscos enfrentados durante dias de mar revolto.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Letícia Bonfante

Letícia Bonfante

Redatora especializada em conteúdo para web, domina assuntos como música, finanças e entretenimento.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Lyon Santos / MDS

Quem recebe Bolsa Família pode reduzir o valor de contas a pagar

23/06/2026
Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Horário de Inverno volta a ser adotado e mudança já vale para 2026 em países sul-americanos

23/06/2026
Bolsa Família

Nova regra afeta milhões de beneficiários do Bolsa Família em junho

23/06/2026
Créditos: Jocelyn Morales / Unsplash

Qual a verdadeira função do creme Nivea da lata vermelha

23/06/2026
Créditos: Arquivo/Agência Brasil

Brasileiros que informam o CPF no supermercado vão ganhar desconto nas compras

22/06/2026
  • About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact

Correio do Estado Mix

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Cidades
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Correio B
  • Opinião
  • Classificados

Correio do Estado Mix