Nesta coluna temos uma análise do Cenário Econômico nacional e mundial, trazendo a mudança de política monetária no Brasil com a taxa de juros Selic em 13,25%, e a última ata da reunião sinalizou que a intenção da autoridade monetária é manter o ritmo de cortes de 0,50% para as próximas reuniões deste ano.
O COPOM sinaliza que os juros (taxa Selic) devem ainda se manter restritivos, ou seja, num patamar que segure a inflação e suas expectativas.
A ritmo de inflação (IPCA) desde julho mostrou uma desaceleração, o olhar do Banco Central está na persistência dos núcleos de preços e nos preços internacionais.
Na China, a retomada da economia vem mais lento que o esperado.
Os investimentos estrangeiros no Brasil reduziu, e explica em parte a retração do índice Ibovespa nas últimas semanas.
Os dados de inflação dos EUA foram positivos e o núcleo da inflação (que exclui os componentes mais voláteis, como alimentação e energia) está em tendência de queda. Assim reforça a expectativa de que o Banco Central norte-americano tenha encerrado o ciclo de alta de juros.
Neste contexto o Ibovespa apresenta dados negativos diários com redução de investimentos externos, mercado internacional de commodities em queda e as grandes empresas nacionais como a Petrobrás apresenta resultados negativos.
No mundo a guerra da Rússia contra a Ucrânia ainda impacta na produção de alimentos, na geopolítica mundial e a tecnologia vem dominando as estratégias de desenvolvimento.
Para pessoas e empresas que usam crédito no mercado, os juros continuam restritivos, ou seja, caros. Crédito para investimentos, as empresas e pessoas devem avaliar o ganho em relação ao custo do recurso.
Para os investidores, devem avaliar o cenário internacional e o movimento que os grandes fundos de investimentos estão fazendo, no mercado local, a sinalização está no governo federal, com a Petrobrás, com o déficit fiscal e a condução da política de investimentos.