Opinião

Economia

A recuperação econômica enxergada por poucos

Confira a coluna do economista Michel Constantino desta terça-feira

Thais Libni

08/06/2021 - 00h03

O texto dessa semana é uma continuidade do texto da semana passada, pois, o Brasil não para de dar resultados positivos na economia. 

Mas, poucos conseguem enxergar a plena recuperação econômica que está acontecendo e de forma diferente dos patamares das crises anteriores.

The Economist e FHC criticaram o país e não apresentaram os números reais e atuais, só olharam para os dados negativos das mortes causadas pelo COVID-19 e deixaram de lado os principais indicadores da economia, que surpreendem a cada mês com seus resultados melhores que a maioria dos países do primeiro quartil de desenvolvimento.

Para citar alguns indicadores macroeconômicos positivos, temos: o CAGED, PIB, Arrecadação de impostos, setor de serviços, indústria, menor gastos do governo e o Agronegócio. 

Esses indicadores devem ser analisados mensalmente e correlacionado com as políticas e ações da economia e da saúde, para avaliar os resultados e aprimorar o “achismo” e as “opiniões” emitidas. 

Diante do cenário desafiador da pandemia, a gestão foi colocada a prova, com um governo com liderança frágil e grande popularidade, seus técnicos dos ministérios, secretários de estado e gestores dos municípios devem utilizar dados para tomar decisões rápidas e mais eficientes. 

Historicamente e por forma de organização e criação, a gestão pública é mais lenta e burocrática que a gestão privada. 

E, quando olhamos os números, percebemos que o governo está fazendo papel importante de reduzir e gerenciar a dívida pública, por outro lado, ofertando elementos para subsidiar a rápida recuperação econômica via iniciativa privada.

Os empresários, empreendedores e profissionais liberais já possuem uma curva de aprendizagem com a pandemia, e com isso, tomam decisões rápidas para adaptar-se ao cenário e ao novo comportamento dos fornecedores e principalmente dos consumidores. Estão sobrevivendo e ficando mais “fortes”.

A recuperação econômica está acontecendo, a vacinação está acelerando e até fim do ano, o, Brasil vai novamente surpreender, e os números irão mostrar isso.

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