Opinião

Cláudio Humberto

Presidente Jair Bolsonaro: "Se alguém quiser trocar, troco agora"

Presidente Jair Bolsonaro comenta que ‘a vida de presidente não é fácil’

Gabrielle Tavares

14/09/2021 - 07h41

Nova estatal pode levar o País à geração nuclear

Faz tão pouco sentido a nova estatal ENBpar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional), criada nesta segunda (13) para “controlar” outras duas, Itaipu e Eletronuclear, que especialistas já desconfiam ser outro o objetivo: usar o caixa da estatal binacional para investimentos na polêmica geração de energia nuclear.

Em princípio, a nova estatal é desnecessária: os conselhos de administração das outras duas são nomeados pelo governo para definir políticas e estratégias.  

Olho no caixa

O governo está de olho no caixa e principalmente no potencial de Itaipu Binacional, inclusive para alavancagens em dólares.

Nova estatal pode levar o País à geração nuclear

Faz tão pouco sentido a nova estatal ENBpar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional), criada nesta segunda (13) para “controlar” outras duas, Itaipu e Eletronuclear, que especialistas já desconfiam ser outro o objetivo: usar o caixa da estatal binacional para investimentos na polêmica geração de energia nuclear. 

Em princípio, a nova estatal é desnecessária: os conselhos de administração das outras duas são nomeados pelo governo para definir políticas e estratégias.

Olho no caixa

O governo está de olho no caixa e principalmente no potencial de Itaipu Binacional, inclusive para alavancagens em dólares.

Primo rico

Em 2023, quando o tratado que criou Itaipu completa 50 anos, sua dívida será zerada e a receita anual livre vai a US$2 bilhões (R$10,4 bilhões).

É só o começo

A nova estatal nasce com a denominação “participações” sugerindo, por exemplo, uma constelação de futuras empresas no campo nuclear.

Últimas notícias

Promessa pendente

O fato é que o presidente Jair Bolsonaro prometeu vender ou fechar estatais, mas, até agora, mil dias depois, quase nada aconteceu.

Após Lula, STF pode livrar também Eduardo Cunha

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve enfrentar nesta terça-feira (14) a “saia justa” de manter o entendimento que livrou o ex-presidente Lula, ao avaliar a anulação das condenações de Eduardo Cunha (MDB), ex-presidente da Câmara dos Deputados que ainda cumpre pena, agora no regime aberto, em razão de vários crimes ligados a corrupção. 

A decisão favorecendo Lula impediu que novos julgamentos fossem realizados antes do registro de sua candidatura, em 2022.

Otimismo

Nos meios jurídicos, a convicção é que Eduardo Cunha já conta em seu favor com três dos cinco votos da Segunda Turma do STF.

Voto importante

Na decisão que livrou Lula, até a ministra Cármen Lúcia mudou o entendimento para votar favorável à pretensão do ex-presidente.

Decisão polêmica

Se a decisão que livrou Lula e viabilizou sua candidatura deixou políticos do PT felizes, no caso de Cunha o STF não deve ouvir elogios.

Diz aí, presidente

Nesta terça (14), o plenário da Câmara vai sediar a comissão geral para debater, com o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, as termelétricas, e especialmente o preço estratosférico dos combustíveis.

Mico na Paulista

O fracasso das manifestações contra o governo colocou em xeque os institutos de pesquisa: de acordo com o Datafolha, citado por João Doria, 52% dos brasileiros não querem Bolsonaro, nem Lula. Exatamente a turma que não deu as caras nos protestos de domingo (12).

Explica aí, pesquiseiro

Outro desafio das pesquisas é explicar por que Bolsonaro, na “zona de rebaixamento” das intenções de voto, atraiu milhões de manifestantes em seu favor, enquanto seus opositores fracassariam cinco dias depois.

Dois passos atrás

Para o deputado Danilo Forte (PSDB-CE), que pediu debate com o presidente da Petrobras, Joaquim Luna e Silva, o uso recorde de termelétricas movidas a gás e carvão é “claramente um retrocesso”.

Meu pirão primeiro

Pautas como o fim do foro privilegiado dormitam anos nas gavetas do Congresso, mas a tramitação do que interessa aos parlamentares ganha velocidade de Fórmula 1. É o caso do novo Código Eleitoral.

Causou

Causou reações nas redes sociais o vídeo do governador de São Paulo, João Doria, pulando e dançando em frente a uma multidão, com bandeiras da UGT, do MBL, do Brasil e “Fora, Bolsonaro”.

A verificar

Pesquisa Mapa/Neokemp sobre critérios do brasileiro para o voto revela que o comparecimento às urnas crescerá em 2022, após a abstenção bater recordes em 2018: 87% dos entrevistados dizem que vão votar.

Situação nova

Diretor do Instituto de Direito de Família, Ricardo Calderón disse que a Justiça já avalia a “união estável virtual”. Para ele, a pandemia revelou casos em que a maioria das provas da união são de convivência virtual.

Pensando bem...

...as manifestações de domingo sepultaram a terceira via antes da segunda.

PODER SEM PUDOR

Empate deu nocaute

Os deputados Íris de Araújo (GO) e Cezar Schirmer (RS) disputavam no PMDB a última vaga de suplente na bancada brasileira do Parlamento do Mercosul, e a votação deu empate. 

Pelo regimento, o desempate se dava pelo critério de idade: vence o mais velho. Schirmer foi logo declarando a idade: 55 anos. 

A deputada olhou para um lado, para outro, e jogou a toalha: “Abro mão da disputa em favor do deputado Cezar Schirmer. Não revelo a minha idade por nada neste mundo!”

Em 2023, quando o tratado que criou Itaipu completa 50 anos, sua dívida será zerada e a receita anual livre vai a US$2 bilhões (R$10,4 bilhões).

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