A economia brasileira se transformou em uma economia digitalizada no pós-pandemia, e muitos desafios foram internalizados no processo de desenvolvimento a partir da mudança de hábitos de consumo, no mercado de trabalho, na telemedicina, na segurança integrada a inteligência artificial e na educação que permitiu a complementariedade do ensino híbrido.
Usando dados e pesquisas dos últimos três anos sobre as transformações digitais e o impacto nas pessoas e no processo de desenvolvimento das economias, faço aqui algumas propostas para a nova gestão do estado de Mato Grosso do Sul.
As propostas são para Mato Grosso do Sul, pois, é o estado que acompanho diariamente e conheço nossas especificidades locais, nossos costumes e nosso papel em relação aos outros estados e países.
Uma sequência de propostas práticas, a partir de um plano estratégico para transformar o estado em “Estado Inteligente” e referência em:
- Segurança: Definir as estratégias seguindo diretrizes de tecnologia para segurança das fronteiras e dos pontos críticos de violência com uso de câmeras e robôs;
- Pobreza: Definir um plano estratégico seguindo diretrizes liberais de uma renda permanente para famílias em níveis inaceitáveis de miséria com alavanca para mudar o status quo a partir da qualificação e renda;
- Negócios/Empresas: Definir um plano estratégico seguindo diretrizes de se tornar o estado com melhor ambiente de negócios do Brasil – menos burocracia e mais eficiência;
- Riqueza: Definir um plano estratégico seguindo diretrizes de se tornar o estado mais rico do país em relação ao retorno à população, sendo maior valor de retorno a cada real arrecadado;
- Capital Humano: Definir um plano estratégico seguindo diretrizes de formação, capacitação e retenção de talentos – nesse plano deve-se definir metas para se tornar o estado em referência nos índices de capital humano alinhados as demandas tecnológicas;
- Turismo e Meio Ambiente: Definir um plano estratégico seguindo metas de se tornar referência em serviços de turismo, infraestrutura, segurança e preservação do meio ambiente, capilarizando a marca “Bonito” para os demais atrativos do estado.
Essas diretrizes são horizontes a perseguir, como o combustível que leva o carro cada vez mais longe. Num projeto de estado e não de governo.