A nova gestão do Brasil para a economia deixou várias dúvidas, incertezas e apostas para as pessoas e mercado durante a campanha. E isso se deu, por não apresentar o plano de governo e o plano econômico para 2023-2026.
Do ponto de vista de abordagem economia, a esquerda brasileira liderada pelo presidente eleito utiliza o estado como motor do desenvolvimento, usando aumento de impostos, crédito público via BNDES, Caixa, Banco do Brasil e controle de preços, principalmente em estatais para maquiar a contabilidade.
O presidente eleito dá pistas que terá na equipe econômica uma mescla de progressistas e liberais, uns para ajustes na forma de distribuir os recursos e outro para dar um recado positivo para o mercado. Está dado que haverá aumento do número de ministérios e com isso, mais cargos públicos, o que volta a manter a política do estado obeso para atender as demandas das promessas de campanha.
Lembrando que, nos países que tem modelos heterodoxos funcionando, os países já são ricos, com serviços essenciais dedicados pelo estado e o mercado é aberto para o mundo e alta liberdade econômica. O Brasil é um país rico em recursos, mas pobre em renda. A renda per capita relativa é praticamente a mesma nos últimos 30 anos, o que nos deixa pobre em relação aos demais países.
Lula e sua equipe vai pegar um estado bem administrado do ponto de vista financeiro, com superávit nas contas públicas, de acordo com último dado do Banco Central:

A escolha por um estado maior e mais pesado foi da maioria, agora é torcer para o governo ter sucesso e uma política econômica responsável.