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GIBA UM

"Se ele jogou bem contra times como Espanha e Inglaterra, com certeza pode se...

...destacar no Real Madrid", do ex-jogador Ronaldo Fenômeno sobre futura atuação do jogador Endrick (ex-Palmeiras) na equipe espanhola

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O governo de Lula vem sendo pressionado por cerca de 20 categorias que já fizeram, somente neste ano, algum tipo de redução de trabalho ou decretaram greves em busca de melhores salários. A movimentação impactou áreas da Educação, Saúde e Meio Ambiente sem nenhum resultado em governos anteriores.

Mais: agora, os servidores federais enxergam possibilidades de negociação embora tenham limitações orçamentárias. Em 2023 foram registradas 30 greves e em abril começou a greve das escolas e universidades federais. E não há acordo no horizonte.

Expandindo os negócios

A cantora, atriz e empresária Rihanna está expandindo seus negócios. Dona já da SavageX (linha de lingerie e roupas íntimas),  da, Fenty Beauty(linha de maquiagem cosméticos) da Fenty Skin (linha de produtos para pele) e de uma parceria com a Puma, Rihanna expande sua linha Fenty com uma linha de produtos para cuidados com os cabelos, batizada de Fenty Hair. Dona de uma fortuna estimada em US$ 1,4 bilhão, ou seja, mais de R$ 7 bilhões ela quer conquistar parcela do mercado mundial de cuidados com os cabelos, que deve atingir US$ 107,5 bilhões até 2027. Mais: segundo dados da Sensor Tower, a marca tem aumentado seus gastos com anúncios no Facebook, Instagram e TikTok nos últimos anos. E para quem não sabe A de onde vem a inspiração para o nome de sua linha de produtos  "Fenty",  refere-se ao último sobrenome da artista. O seu nome de batismo é Robyn Rihanna Fenty.

Sindicalismo sem química

Mais um problema para o governo resolver nas cercanias de sua base aliada: o encontro entre o presidente Lula e a diretoria da Associação Brasileira da Indústria Química, na última semana de maio, ainda não foi digerida pela cúpula da CUT e da força Sindical. As duas centrais tiveram um papel importante nas negociações para a volta do Reiq, o regime especial de tributação para o setor químico. O benefício havia sido suspenso pela gestão Bolsonaro em março de 2022 e foi recriada pelo governo Lula no fim do ano passado. Na hora de capitalizar o impacto econômico da medida, os sindicalistas ficaram de fora da foto. Há quem diga que o incomodo maior é com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento e da Indústria, Geraldo Alckmin, que participou ativamente das discussões para a volta do Reiq, tendo diversas conversas com a cúpula da CUT e da Força Sindical.

Damas e cavalheiros

A primeira-dama Janja Lula da Silva (o apelido “Janja” ainda não foi acrescentado oficialmente ao nome dela) foi convidada por Olena Zelenska, mulher do presidente ucraniano Volodymyr Zelansky para a 4ª reunião de Esposas e Maridos de Chefes do Estado. A ucraniana conversou com jornalistas latino-americanos em Kiev e afirmou que Janja seria uma “representante fantástica da América Latina”. A Cúpula das Primeiras-Damas e Cavalheiros está marcada para agosto e busca articular parcerias e iniciativas entre os países para solucionar desafios humanitários globais.

Novos desafios

Longe da TV aberta desde 2019 e sem contrato fixo com a Globo depois de 20 anos, o ator e modelo Reynaldo Gianecchini tem se dedicado a trabalhos para plataformas de streaming e cinema. Mas ele aceitou um grande desafio, realizando um sonho de 2011, quando ficou doente, em encarar um musical. Ele estreia amanhã no Teatro Bradesco em São Paulo  Priscilla, a Rainha do Deserto – O Musical. Ele contou que há algum tempo vinha se dedicando a aulas de canto e o convite que aceitou de cara – e com medo – venho na hora certa. E sobre sua inspiração foi direto: “Não vi o espetáculo da Broadway nem lá e nem aqui no Brasil, quando teve a versão anterior. Eu assisti ao filme quando lançou (em 1994) e revi há pouco tempo novamente. Acredito que ele está um pouco antigo, hoje em dia uma drag, principalmente depois do RuPaul, atinge outro patamar! Então a nossa versão é bastante atualizada, tem todos os tipos de drag e traz a moda”.

In – Café cappuccino
Out – Café duplo

Crianças deportadas

A primeira-dama Olena Zelenska da Ucrânia está empenhada na participação do Brasil na coligação internacional para o retorno das crianças ucranianas ao país. O objetivo é mediar a volta de menores de idade que foram deportados ilegalmente pela Rússia. São 19.500 crianças que foram ilegalmente retiradas do território desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Zelenska acha que a participação do Brasil na iniciativa é importante para melhorar a relação entre os dois países. Nesses dias, Zelenska criticou, de novo, o posicionamento do governo Lula em relação à guerra.

Amazônia sem segurança

Quase um ano depois, o governo Lula ainda não tirou do papel o plano de segurança para a Amazônia. A iniciativa foi apresentada em julho do ano passado quando o então ministro da Justiça Flávio Dino ocupava a Pasta. A proposta central, instituída por Lula, de nome “Amazônia: Segurança e Soberania” (Amas), era a implantação de 34 novas bases de segurança na Amazônia. Até agora, nenhuma foi construída. O governo diz que o plano está em fase “de construção conjunta” com nove Estados da Amazônia. Enquanto isso, ao menos 22 facções, até estrangeiras, disputam o controle das rotas dos Estados amazônicos. 

PÉROLA

“Se ele jogou bem contra times como Espanha e Inglaterra, com certeza pode se destacar no Real Madrid”,
do ex-jogador Ronaldo Fenômeno sobre futura atuação do jogador Endrick (ex-Palmeiras) na equipe espanhola.

APOIO DE JANJA

Entre os próprios magistrados do TRF3, o entendimento é que a advogada Gabriela Shizue Soares de Araújo lidera, com folga a disputa por uma das duas vagas reservadas à OAB na Corte. É que Gabriela conta com apoio da primeira-dama Janja, o que seria meio caminho andado para garantir a nomeação de responsabilidade do presidente da República. A advogada e seu marido, o deputado estadual Emidio de Souza (PT-SP) foram padrinhos de casamento de Lula e Janja e a partir daí, estreitaram relações. Gabriela também tem outro “cabo eleitoral”: é o ministro Ricardo Lewandowski.

Risco de crédito

Mais um ruído nas relações entre os governos Lula e Javier Milei (da Argentina). Segundo o Ministério de Minas e Energia, a estatal argentina Cammesa procurou a Petrobras com objetivo de importar óleo diesel – há escassez do combustível para alimentar térmicas locais. Contudo, a própria equipe do ministro estaria reticente quanto ao negócio, por falta de garantias financeiras. Há semanas, o Clarín informava que a importação de 44 milhões de metros cúbicos de Gás Natural Liquefeito por outra estatal argentina, a Enersa, quase foi suspensa. A Petrobras teria rejeitado as garantias apresentadas pela empresa. Por enquanto, os dois lados estão mudos.

OLHO NO PERU

Não é apenas no Brasil que a Gerdau está reorganizando operações e investimentos. Há informações de que o grupo trabalha em um plano de expansão de sua subsidiária no Peru, a Siderperu. O projeto passa pelo aumento da capacidade de laminação da usina, na cidade de Chimbote. O alvo principal seria o próprio mercado peruano responsável por mais de 95% do faturamento da empresa. Na contramão de uma tendência global, o governo peruano não adota o que se possa chamar de uma política de protecionismo à indústria siderúrgica nacional. O último projeto mais expressivo da Gerdau para ampliações no Peru na data de 2012, foi um aporte de US$ 120 milhões.

Dinheiro lá fora

O Departamento Estadual de Investigações (DEIC) abriu inquérito para investigar movimentação financeiras atribuídas a Alexandre Corrêa e Cláudia Helena dos Santos, ex-marido e ex-assistente pessoal, respectivamente, de Ana Hickman, em contas no Exterior. Teriam recebido depósitos que totalizariam cerca de R$ 947 milhões. A conta era no Barclay, em Londres e os valores envolvidos são impressionantes: uma transação de R$ 500 milhões, seguida de outras de R$ 200 milhões, R$ 61,8 milhões, R$ 15 milhões e R$ 170,1 milhões.

“CARRO VOADOR”

O Brasil está bem-posicionado na fila pelos “carros voadores”. Já somam 780 encomendas do veículo voador, que custa a partir de R$ 2 milhões. Na frente do Brasil, estão apenas Estados Unidos e China, de acordo com levantamento do Mundo Geo, que organiza a Expo VTOL, feira do setor que aconteceu em São Paulo na semana passada. Uma das expositoras é a revendedora brasileira da chinesa EHang, onde VTOLS estão em uso. Cada veículo custa US$ 514 mil (R$ 2,65 milhões) e traz junto um carregador para seus 12 módulos de bateria.

MISTURA FINA

O ADQ, de Abu Dhabi, deverá liderar um novo aporte na Loft, startup do setor imobiliário. É o mais “pobrezinho” entre os fundos soberanos dos Emirados: tem cerca de US$ 120 bilhões em ativos. A ADQ entrou na Loft em agosto de 2023. Na ocasião, a proptech foi avaliada em US$ 1,45 bilhão. É bem menos do que a rodada de capitalização de 2021, quando seu valuation beirou US$ 3 bilhões.

São dados do banco Goldman Sachs: o bilionário mundo dos influenciadores digitais deve movimentar quase US$ 500 bilhões (R$ 2,55 trilhões) até 2027. A estimativa significa dobrar os números atuais, de US$ 250 bilhões (R$ 1,28 trilhão), que os criadores de conteúdo conseguem com seus posts nas redes sociais. O Brasil ocupa a vice-liderança no ranking global. do segmento: tem mais de 10 milhões de influenciadores. Os Estados Unidos lideram.

O ministro Luís Roberto Barroso fez palestra, na semana passada, no Curso de Política e Estratégia de Comando e Estado-Maior do Exército. O presidente do Supremo Tribunal Federal, embora professor emérito da Escola, não foi convidado para palestras durante todo o governo passado.

Assunto do momento no mercado de seguros: a oferta de ações da Caixa Seguridade pode chegar a 20% do Capital. Ou seja: o free float da subsidiária da Caixa Econômica mais do que dobraria, saindo de 17,5% para 37,5%. O banco estatal ainda manteria uma confortável posição de controle, de 62,5%. Não é para já, provavelmente, a ação deverá ficar para o último trimestre do ano. 

Depois da participação no quadro Dança dos Famosos do programa de Luciano Huck, Gabriela Prioli está deixando o Saia Justa no GNT e se preparando para ter seu próprio programa de entrevistas – e no mesmo canal, o de menor audiência do Grupo Globo. Nos últimos dias, as redes sociais publicaram trecho de entrevista de Prioli, quando ela revelou que “foi abusada quando tinha sete anos por um adolescente que tocava suas partes íntimas”.

EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

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Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

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