Ele entrou para a instituição aos 7 anos, como lobinho, e hoje, aos 34, afirma que o escotismo sempre teve grande peso em suas decisões pessoais. “Trabalho com Gestão Ambiental e fiz minha faculdade graças à atuação como escoteiro. Não havia vestibular, era necessário apenas ter alguma vivência relacionada ao cuidado com a natureza”, lembra.
Tendo participado de todos os ramos, Rogério explica que se mantém até hoje no escotismo por considerá-lo um hobby saudável e muito prazeroso. “É incrível ver os jovens crescendo e tornando-se pessoas conscientes e preocupadas com o próximo, com a sociedade e com o meio ambiente”, aponta.
Com uma trajetória um pouco diferente, Gianpaulo Estrazulas, chefe do Grupo Escoteiro Olavo Bilac, vê no escotismo uma grande possibilidade de transformar a juventude. “Estou aqui há cinco anos e vim por causa da minha filha. Queria que ela tivesse esse contato e acabei descobrindo como é importante esse trabalho”, finaliza o militar de 39 anos. (TA)
Disputa
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