Política
Política
Fortes protegiam o País em época de disputas
Fortes protegiam o País em época de disputas
Com a ocupação de Corumbá pelas tropas paraguaias por três anos, a Província decidiu resguardar o local e uma das primeiras providências foi transferir o frágil arsenal da Marinha de Cuiabá (1825) para a vizinha Ladário, o que se efetivou em 1873. Dois anos antes, era construído o Forte Junqueira, em uma estratégica formação calcária permeada pelo rio, hoje integrado e guardado pelo Exército.
Fundada em 1778 para ser uma fortificação, Corumbá foi relegada a plano secundário até a guerra. O paredão rochoso que circunda a curva do Rio Paraguai, do Canal do Tamengo ao limite com Ladário, passou a ser ocupado por uma rede de seis pequenos fortes com 60 canhoneiras para defesa do núcleo urbano: Limoeiro, São Francisco, Junqueira, Conde d’Eu, Duque de Caxias e Major Gama.
Destes, apenas o Junqueira, ex-Forte da Pólvora, resistiu ao tempo e ao descaso do poder público.
Há, ainda, vestígios do Conde d’Eu (ou Santo Antônio), no início da Rua Delamare, fundos de uma praça conhecida como Fortaleza. No lugar do Limoeiro, depois de um parque de exposição construiu-se o Campus Pantanal, da Universidade Federal de MS. O Duque de Caxias desapareceu para ser um estaleiro. (SA)
crise
Senado do Paraguai aprova impeachment de Santiago Peña por unanimidade
Presidente tinha renunciado na quinta, após escalada da crise financeira e política provocada pelo colapso do Ueno Bank
06/11/2026 18h38
Compartilhar
Santiago Peña Foto: Reprodução / X
Condenação Mantida
Gravação sustenta condenação de ex-vereador por desvio de diárias em MS
Ex-vereador de Naviraí teve recurso negado por unanimidade pelo TJMS; conversas gravadas no gabinete revelaram conhecimento sobre pagamentos por viagens que não ocorreram
06/11/2026 16h37
Compartilhar
Cícero dos Santos, ex-presidente da Câmara de Naviraí, teve condenação por desvio de diárias mantida pelo TJMS. Foto: Arquivo Correio do Estado
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES