O Tribunal de Justiça determinou o sequestro de bens do prefeito Ari Artuzi (sem partido), da primeira-dama de Dourados, Maria Artuzi, e de dois supostos “laranjas” do casal, Edmilson Dias de Moraes e Paulo Ferreira do Nascimento. A decisão do desembargador Manoel Mendes Carli atendeu ao pedido feito pelo Ministério Público, que tem a expectativa de reaver o dinheiro desviado da Prefeitura de Dourados.
O Ministério Público pediu, também, a quebra do sigilo bancário e fiscal do prefeito, mas, segundo a assessoria de imprensa, o desembargador não se pronunciou sobre o assunto. Ontem, ele entrou em férias e só retornará em 18 de outubro. Nesse período, os requerimentos relativos ao caso continuam sendo encaminhados ao gabinete de Manoel Mendes Carli. Ele será substituído pelo desembargador Carlos Eduardo Contar, que julgará apenas os pedidos de caráter urgente.
Na última segunda-feira, advogado de Artuzi, Carlos Marques, recorreu da decisão que decretou a prisão preventiva de Artuzi. Até a tarde de ontem, não obteve resposta.
“Ingressei com um pedido no Tribunal de Justiça para ter acesso à denúncia feita pelo Ministério Público. Até agora não fui atendido”, reclamou. Agora, o advogado pedirá urgência na decisão. O pedido de relaxamento da prisão de Maria Artuzi foi negado pela Justiça.
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Tribunal de Justiça determina sequestro de bens de Artuzi
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