Política

poder

Sérgio Cabral cola em Lula e traça estratégia para ser vice em 2014

Sérgio Cabral cola em Lula e traça estratégia para ser vice em 2014

Redação

01/01/2011 - 07h53
Notícia sem imagem

Às vésperas de completar 48 anos, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) inicia seu segundo mandato disposto a fixar a imagem de responsável por um "choque de gestão" no Estado do Rio.

A estratégia é para, no mínimo, ser candidato a vice na disputa presidencial de 2014.

Em seu cenário ideal, o cabeça de chapa seria Lula, já que sabe que somente ele poderia bancá-lo como candidato a vice frente às diversas correntes peemedebistas.

Na escolha do vice de Dilma Rousseff, por exemplo, o PMDB impôs o nome de Michel Temer à então candidata petista. Cabral avalia que dificilmente conseguiria que o partido viesse a aceitar indicá-lo como vice em 2014, a menos que Lula o exigisse.

O peemedebista credita boa parte do sucesso de sua gestão à parceria com Brasília, em contraste com o enfrentamento constante entre Lula e o casal Garotinho.

A proximidade de Lula com o ex-tucano se reflete em números. Entre 2003 e 2006, na gestão Rosinha Garotinho, o petista esteve no Rio em 37 oportunidades. Nos últimos quatro anos de governo Cabral, foram 67 visitas.

As transferências da União para o Estado do Rio saíram de R$ 4,5 bilhões em 2004 e atingiram um pico de R$ 9,7 bilhões em 2008.

Neste ano, o volume caiu para R$ 8,3 bilhões, cifra suficiente para manter o Rio como Estado mais beneficiado --São Paulo, em segundo, levou R$ 7,7 bilhões.

METAS

Em seu "choque de gestão", Cabral pretende criar indicadores de desempenho do setor público para aprimorar projetos estratégicos, como os que estabelecem metas na saúde e na educação, as mais criticadas em seu primeiro mandato.

Na segurança pública, as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e a retomada de territórios dominados pelo tráfico asseguraram amplo apoio social a Cabral. O governador agora dará prêmios em dinheiro para tentar reduzir as taxas de homicídio, sobretudo o índice de mortos em confrontos com a polícia.

A taxa de homicídios estava em 40,7 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes em 2006. Deve fechar o ano perto de 30 por 100 mil, uma redução significativa, mas ainda quase 300% maior do que a de São Paulo (10,4).

Na educação e na saúde, Cabral deu ênfase à criação das UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento), à distribuição de computadores portáteis a professores e à climatização de salas de aula.

Não houve, porém, melhoria percebida pela população nos hospitais ou no desempenho dos alunos nas avaliações federais.

mato grosso do sul

Pessoas físicas doaram R$ 5,36 milhões para candidatos ao governo e ao Senado

O governador reeleito Eduardo Riedel (PP) e o senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) concentraram 75,3% das contribuições

05/11/2026 08h00

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel Marcelo Victor

Continue Lendo...

master paraguaio

Oposição pede impeachment de presidente do Paraguai

Pedido está sendo feito depois do escândalo financeiro que fechou o Ueno Bank e afetou 3 milhões de correntistas. Peña era acionista do banco

05/11/2026 06h55

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).