Pouco mais de três meses depois do escândalo político que sacudiu Dourados com a prisão, afastamento e renúncia do prefeito Ari Artuzi, hoje sem partido, e da maioria dos vereadores e secretários municipais, a segunda maior cidade do Estado já se prepara para eleições extemporâneas que começam oficialmente nesta quarta-feira (5).
São quatro os candidatos que irão participar da disputa eleitoral podendo gastar até R$ 4,8 milhões na corrida pela prefeitura. O maior gasto estimado é do Partido da Mobilização Nacional (PMN), liderado pelo candidato professor Antônio Valeretto. Ele pretende gastar até R$ 2,5 milhões neste pleito.
O sindicalista Geraldo Sales do PSDC aparece em segundo lugar com a estimativa de gastos de R$ 1,5.
Murilo Zauith teve sua candidatura registrada nesta terça-feira (4) pelo Democratas e deve gastar R$ 1 milhão.
A Coligação do PSOL é a última no ranking de gastos na campanha de Dourados com estimativa de que o candidato José Araújo de R$ 200 mil.
O pleito eleitoral em Dourados está previsto para o dia 6 de fevereiro. No próximo dia 20 começam as propagandas eleitorais gratuitas no rádio e na televisão.