Política

CONSELHO DE SEGURANÇA

Dilma cobrará apoio na China para Brasil participar

Dilma cobrará apoio na China para Brasil participar

Redação

27/03/2011 - 09h47
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Na sua primeira visita à China, a presidenta Dilma Rousseff vai tratar de temas políticos, sociais, econômicos e comerciais. De 11 a 15 de abril, Dilma passará por pelo menos três cidades chinesas. Nas conversas, ela cobrará o apoio para as reformas do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Fundo Monetário Internacional (FMI), assim como a diversificação dos investimentos no Brasil.

Dilma tem reuniões com o presidente chinês, Hu Jintao, e o primeiro-ministro, Waing Oishan, e várias autoridades. O objetivo é intensificar as relações políticas e econômicas que se consolidaram como a mais fértil parceria do Brasil. A expectativa, segundo assessores que preparam a visita, é os chineses sinalizem em favor do Brasil em vários campos no cenário internacional.

Depois da posição favorável do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à reforma do Conselho de Segurança, Dilma pretende abordar o assunto com Hu Jintao e Oishan. Criado em 1945, o conselho é formado por cinco países que ocupam assentos permanentes e dez que assumem as cadeiras de forma rotativa - por dois anos.

Pela atual estrutura ocupam vagas permanentes no conselho Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido. São integrantes provisórios Brasil, Turquia, Bósnia Herzegovina, Gabão, Nigéria, Áustria, Japão, México, Líbano e Uganda. Há uma série de propostas para a reforma do conselho. O governo brasileiro é favorável a aumentar de 15 para 25 vagas no órgão, sendo seis permanentes.

De forma semelhante, o Brasil e a China defendem mais espaço para os emergentes no FMI. Em dezembro de 2010, a União Europeia se comprometeu a ceder nove lugares para os emergentes. No total, são 24 assentos.

 

Com informações da Agência Brasil

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