Política

Política

Dilma quer apoio político para mudar poupança

Dilma quer apoio político para mudar poupança

Redação

03/05/2012 - 11h30
Notícia sem imagem

A presidente Dilma Rousseff aguarda somente a confirmação de que terá apoio político para mudar as regras da caderneta de poupança. A cautela é para afastar de vez o fantasma do confisco que assombrou os brasileiros em 1990. Por causa do ano eleitoral, a medida só vai adiante com um apoio maciço dos deputados e senadores. A base aliada no Congresso vai ser consultada hoje, durante a reunião do Conselho Político, no Palácio do Planalto.

Serão apresentadas pelo menos três propostas: trocar o índice de correção da poupança de TR (Taxa Referencial), calculada a partir da média de taxas bancárias, pela taxa básica de juros; aplicar o rendimento pela Selic sobre saldos acima de R$ 50 mil; ou permitir que as instituições financeiras invistam ganhos da poupança em títulos da dívida pública, o que hoje é proibido.

As novas regras surgem em função da queda da taxa Selic para 9% ao ano, com a sinalização do Banco Central de baixar a taxa para 8% ainda no primeiro semestre.

A redução poderia provocar a migração dos investidores de fundo de renda fixa para a poupança, que tem um rendimento mensal fixo de 0,5%, sem taxas ou Imposto de Renda. “A medida protege o pequeno aplicador, que representa 99% dos investidores que usam a poupança apenas para guardar o dinheiro”, avalia o tributarista Amir Khair.

Depois de mexer na poupança, o governo quer evitar sair com a imagem arranhada, principalmente na classe média. E trabalha para divulgar os benefícios da decisão na oferta de crédito imobiliário. Hoje, quase 70% dos recursos da poupança vão obrigatoriamente para a casa própria. “A redução de juros vai forçar queda nos empréstimos e se refletir de forma atrativa no preço da parcela do imóvel”, diz João Carlos Almeida, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças.

mato grosso do sul

Pessoas físicas doaram R$ 5,36 milhões para candidatos ao governo e ao Senado

O governador reeleito Eduardo Riedel (PP) e o senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) concentraram 75,3% das contribuições

05/11/2026 08h00

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel Marcelo Victor

Continue Lendo...

master paraguaio

Oposição pede impeachment de presidente do Paraguai

Pedido está sendo feito depois do escândalo financeiro que fechou o Ueno Bank e afetou 3 milhões de correntistas. Peña era acionista do banco

05/11/2026 06h55

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).