Política

CPI Cachoeira

Ex-assessor de Perillo deve ficar em silêncio

Ex-assessor de Perillo deve ficar em silêncio

Redação

26/06/2012 - 10h38
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Após uma semana sem trabalhos, devido à participação de parlamentares nas festas juninas do Nordeste e na Rio+20, a CPI do Cachoeira ouvirá nessa semana o depoimento de nove pessoas ligadas aos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Nesta terça-feira, dois dos três depoentes conseguiram no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de ficarem calados.

Com a decisão, Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor de Perillo não deve explicar o episódio da venda da casa onde o bicheiro Carlos Augusto Ramos foi preso em fevereiro deste ano. O imóvel, num condomínio de luxo em Goiânia, pertenceu ao governador goiano. De acordo com informações prestadas anteriormente à CPI, Fiúza teria presenciado o pagamento referente à venda da casa do governador de Goiás.

O comprador, segundo as investigações da Polícia Federal, seria Cachoeira, preso desde fevereiro deste ano sob suspeita de comandar uma rede criminosa que inclui jogos ilegais e a participação de políticos e empresários.

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