A CPI que investiga as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários, recebe na sessão desta terça-feira (4) o ex-funcionário da construtora Delta André Teixeira Jorge. Mas ele obteve um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) e não deverá responder às perguntas dos parlamentares.
A Polícia Federal suspeita que ele tenha sido usado como “laranja” pelo grupo de Cachoeira. Segundo a PF, a evolução patrimonial e movimentações financeiras de Jorge são incompatíveis com os rendimentos declarados.
A Delta, onde Teixeira trabalhava, aparece nas investigações da PF como um dos braços empresariais do grupo de Cachoeira. A empresa é suspeita de ter recebido dinheiro de empresas fantasmas ligadas ao esquema do contraventor.