Em uma semana, o prefeito diplomado de Campo Grande Alcides Bernal (PP) sofreu duas amargas derrotas na Câmara Municipal. No primeiro embate, os vereadores comemoraram, em tom irônico, o congelamento do IPTU para 2013, decisão que vai deixar fora dos cofres municipais R$ 12 milhões no próximo ano. Ontem, em nova sessão, a Casa sepultou de vez tentativa de manobra dos seus aliados (PT e PSDB), de barrar a suplementação de 5% ao Orçamento do município para 2013, de R$ 2,7 bilhões.
Na prática, mesmo com dinheiro em caixa a mais do que o teto orçamentário, o prefeito eleito não poderá ultrapassar os minguados percentuais que somam R$ 140 milhões sem autorização legislativa. Hoje, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) pode trabalhar com suplementação de 30%, índice considerado ideal para uma Capital. Mas no seu último ano de mandato, o prefeito usou 17%.
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