O grande desafio dos candidatos nas eleições suplementares de Sidrolândia é motivar os leitores para voltarem às urnas no dia 3 de março próximo. O esforço é para criar um clima de campanha que seja suficiente para evitar um alto índice de abstenção, já que o município tem boa parte de seu colégio eleitoral concentrado na área rural.
Não é com muita boa vontade que os eleitores retornarão às sessões, depois que a Justiça declarou a nulidade dos votos na eleição de outubro para prefeito e vice. Mais votado para prefeito, Enelvo Felini (PSDB) obteve 50,25% dos votos válidos, mas foram anulados, em razão de sua candidatura ter sido posteriormente cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS).
Com as novas eieições marcadas para 3 de março, os partidos voltaram a fazer convenções para escolha de seus candidatos. Ari Basso vem em lugar de Enelvo, tendo como vice Marcelo Ascoli, ambos do PSDB. Os adversários serão Acelino Cristaldo (PMDB) e Eliane Salvatti (PT).
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