Vereadores defenderam a participação do Ministério Público Estadual, bem como do Tribunal de Contas do Estado (TCE) na apuração do ato do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP) em infringir a Lei 5.118 que trata da suplementação orçamentária.
Além disso, eles são a favor da convocação do secretário de Planejamento, Finanças e Controle, Wanderley Ben Hur da Silva, e também da punição de todos os responsáveis pela abertura de crédito suplementar de mais de R$ 17 milhões às secretarias municipais sem autorização legislativa. Eles avaliam a atitude do progressista como descaso com a Câmara Municipal.
Outros consideram despreparo de Bernal e de sua equipe em autorizar remanejamento irregular e ilegal de recursos.
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