Os dois principais candidatos a prefeito de Campo Grande, que se enfrentaram no segundo turno, são alvos do Ministério Público por causa da irregularidade no pagamento de contas de campanha. A Justiça já reprovou a prestação de contas do prefeito Alcides Bernal (PP) e agora recebeu parecer do promotor de Justiça, Alexandre Raslan, recomendando a mesma punição a Edson Giroto (PMDB).
Enquanto Bernal foi acusado de gastar irregularmente, em dinheiro vivo, quase R$ 600 mil, do total das despesas declaradas na Justiça Eleitoral de R$ 1,9 milhão, Giroto foi responsabilizado pelo Ministério Público de sacar da boca do caixa do banco mais de R$ 388 mil para pagamento de despesas, como cabos eleitorais. A regra é que deveria sacar R$ 30 para todo o período da campanha para pagamento de pequenos valores, que não pode superar R$ 300 cada uma.
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