O PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab deve declarar apoio à reeleição de Dilma Rousseff, mas estará em palanques diferentes dos da presidente na maioria dos Estados em 2014. Em Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio do Amaral (PT) está de olho no partido para aumentar a sua força política, eleitoral e tempo de TV na campanha eleitoral.
O PMDB, também, deseja contar com apoio do PSD que elegeu grande número de vereadores no Estado e é a segunda maior bancada na Câmara Municipal de Campo Grande ao lado do PTdoB com três representantes.
O presidente regional do partido, ex-senador Antonio João Hugo Rodrigues, só vai tomar decisão sobre o rumo a seguir na sucessão estadual depois de ouvir as bases. Na eventual aliança com o PMDB para apoiar a candidatura do ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad ou a vice-governadora Simone Tebet, o PSD deverá estar engajado na campanha de Dilma como também os peemedebistas, que são aliados nacionais do PT.
A aliança com Dilma foi confirmada pelo levantamento da Folha nos 27 diretórios regionais do partido. A posição dos líderes regionais confirma a previsão de Kassab de a adesão à candidatura de Dilma estar praticamente certa no partido.
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