A Advocacia-Geral da União (AGU) vai atrás dos prefeitos eleitos cassados de Sidrolândia, Enelvo Felini (PSDB), e de Bonito, Geraldo Marques (PDT), para cobrar o pagamento das despesas da Justiça Eleitoral com as eleições suplementares, ocorridas no dia 3 de março deste ano. A AGU informou a decisão de ingressar com ação na Justiça pedindo o ressarcimento. A alegação que o contribuinte não pode arcar com gastos extras com novas eleições porque os vencedores foram cassados por serem ficha suja ou por crime eleitoral.
Em Sidrolândia, o gasto com a eleição fora de época passa de R$ 51 mil. Em Bonito, o custo é de mais de R$ 24 mil. Conforme a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), a média dos gastos com as eleições é feita de acordo com as despesas com mesários, divulgação, materiais, despesas administrativas, transporte, entre outros. Dessa forma, pega o total do custo e divide entre o total de eleitores. No caso de Sidrolândia, são mais 27 mil eleitores vezes R$ 1,90. Em Bonito, com eleitorado é menor, multiplica-se os 24 mil eleitores por R$ 1,54.
No Estado, além destes dois municípios que já tiveram novas eleições, mais quatro terão eleições suplementares no dia 7 de julho.
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