A CPI do Calote deve fazer devassa em todos os contratos de empresas e fornecedores firmados com a Prefeitura de Campo Grande e a razão para o não pagamento dos serviços prestados.
A criação da comissão parlamentar de inquérito pode ser oficializada hoje para investigação mais ampla da inicialmente proposta, que era apurar apenas a dívida com a RDM (Recuperação de Créditos), empresa responsável pela cobrança de tributos do município, e a Solurb, consórcio contratado por quase R$ 1,8 bilhão por período de 25 anos para coleta de lixo da cidade.
A ideia é apurar ainda o estoque de caixa de janeiro a maio. O prefeito Alcides Bernal (PP) alegou não ter dinheiro para cumprir os compromissos financeiros do município com as empresas. O então prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) informou ter deixado recursos em caixa destinados ao pagamento aos prestadores de serviços.
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