A morte da estudante Luana Vieira Gregório, 15 anos, poderia ter sido evitada caso a rixa que ela tinha com Dafni Ingrid de Lima, 18 anos, tivesse sido resolvida no início. Assim pensa o promotor da Infância e Juventude, Sérgio Harfouche, segundo reportagem na edição de hoje (14) do jornal Correio do Estado.
“Foi um caso muito mal resolvido antes”, diz ele, que há quatro anos tem um projeto juntas às escolas, onde busca resolver conflitos tão logo eles surjam. Dafni e uma adolescente de 16 anos, envolvidas na morte de Luana, se apresentaram na noite de ontem à polícia. Após a apresentação, as duas foram liberadas pela delegada Regina Mota, que investiga o caso.
Harfouche diz que, em casos de brigas entre alunos, a resolução é muito demorada. “Primeiro, a escola não toma providência. Não é nem culpa da escola. O nosso sistema está assim: o professor não pode nem olhar para o aluno que já é acusado de agressão”, afirma. A reportagem é de Patrícia Belarmino.