O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), também, sofreu derrota política com a manutenção pela Câmara Municipal, de 5% do limite para abertura de crédito suplementar sem autorização legislativa. No projeto de Lei de Orçamento Anual (LOA) enviado pelo Executivo para aprovação dos vereadores, o prefeito solicitou que o índice de suplementação voltasse à margem da gestão anterior, que era de 30%. Mas, em razão dos sucessivos erros administrativos, a Comissão de Finanças e Orçamento chegou a cogitar zerar a margem de suplementação.
Ontem, por unanimidade, o relatório do orçamento 2014, elaborado pela vereadora Grazielle Machado (PR) foi aprovado em suas 243 emendas. Com crescimento de 6,86% em relação a 2013, a estimativa financeira do Município no ano que vem será de R$ 2.990 bilhões.
A proposta de Orçamento para 2014 foi aprovada em dois turnos de discussão e em duas sessões extraordinárias realizadas uma após a outra. Agora o projeto segue para a sanção do prefeito.