
Antonio João (senador), Rose (vice) e Azambuja (governador) apresentam plano de governo
O custo de campanha para as eleições estaduais deste ano, na chapa majoritária, em Mato Grosso do Sul, pode chegar a R$ 101 milhões, informa o jornal Correio do Estado.
A reportagem de Roberta Cáceres e Tavane Ferraresi informa que o candidato a governador com maior previsão de gasto é o ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), com até R$ 30 milhões, em segundo vem o senador petista, Delcídio do Amaral, com a estimativa de R$ 28 milhões e em terceiro está o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB), com R$ 25 milhões. Já os candidatos nanicos, do PSTU, o professor Marco Antônio Oliva Monje, e do PSOL, o professor Sidney Mello, prevêem que as despesas com campanha não passarão de R$ 1 milhão.
Na tarde de ontem, todos os candidados registraram candidatura, com exceção do PSTU que registrou na quarta-feira (2). Ontem, último dia do prazo, Azambuja foi o primeiro a comparecer no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), acompanhado da candidata a vice-governadora e vereadora, Rose Modesto (PSDB), e do candidato ao Senado e presidente regional do PSD, Antonio João Hugo Rodrigues.
Já no período da noite, faltando pouco tempo para terminar o prazo para registrar candidatura, Bernal e o candidato ao governo pelo PP, Evander Vendramini chegaram ao TRE. Ele informou que os gastos eleitorais devem ser de R$ 18 milhões na chapa majoritária e R$ 3 milhões para campanha da proporcional.