Depois da goleada sofrida pelo Brasil contra a Alemanha pela Copa do Mundo, há dúvidas sobre o impacto do Mundial na disputa eleitoral de outubro. O líder do PT na Câmara, Arlindo Chinaglia, sinalizou que o partido vai tentar minimizar os efeitos do resultado no humor dos eleitores.
“A escolha do técnico não é feita nem pela oposição, nem pelo governo. Até onde eu saiba, nenhum governador era centroavante da seleção, ninguém escalou o time. Então, a gente só tem a lamentar", afirmou.
Já o vice-líder do DEM, deputado Ônix Lorenzoni, acredita que a população ficará mais atenta a alguns detalhes relacionados à Copa. “As pessoas vão se dar conta de que muito do que foi gasto no Brasil, foi indevidamente. O Brasil tem outras prioridades. Isso está mais do que provado".
Os presidenciáveis também estão de ressaca com a derrota da seleção. Em entrevista a rede de tevê CNN, dos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff, do PT, disse que o placar foi um pesadelo.
O tucano Aécio Neves, que esteve no Mineirão, afirmou pela internet que a derrota foi sofrida, mas não apagará o brilho do futebol e dos brasileiros.
Eduardo Campos, do PSB, lamentou a goleada, mas observou que a seleção voltará mais forte na próxima Copa do Mundo.
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