Seis projetos foram aprovados em regime de urgência na manhã desta quinta-feira (17), na Câmara Municipal. Depois de discussão, os legisladores também aprovaram as suplementações do Executivo por 24 votos a 1. A votação das suplementações, enviadas nos últimos dez dias, causou divergência. Alguns vereadores não queriam votar hoje, por conta da complexidade das propostas. Grazielle Machado (PR), porém, foi a única que se manteve contra. "Não posso votar no desconhecido”, declarou.
Paulo Siufi (PMDB) e Airton Saraiva (DEM) insistiram para que a votação acontecesse. Além de Grazielle, Luiza Ribeiro (PPS) também pediu mais tempo para analisar tudo.
Houve a tentativa de suspender a sessão para discutir a questão, mas os vereadores não chegaram a um acordo. Depois, as comissões deram como regular a tramitação e os projetos foram votados.
Três projetos chegaram no último dia 10 e, outros dois, na última terça-feira (15). Mário César (PMBD), presidente da Casa, citou alguns dos valores: R$ 15,1 milhões, R$ 27,8 milhões, R$ 610 mil, R$ 27 milhões e R$ 19 milhões.
(Matéria editada às 12h para atualização de informações)