Palhaço Bixiga (PSC), Lagoa do Tapete (Psol), Papai (PTN), Joaquim Sangue Bom (PV) e Pink (PV), são alguns dos inusitados apelidos que os candidatos a vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e Câmara dos Deputados escolheram para conquistar a simpatia e o voto do eleitor no pleito deste ano. Para se destacar no universo de 574 concorrentes, esses postulantes utilizam suas profissões, regiões onde vivem, bem como adjetivos próprios para ressaltar seus nomes de urna. É o que mostra reportagem na edição de hoje (24) do jornal Correio do Estado.
(Reprodução/Facebook)

Palhaço Bixiga investe em sua carreira artística para conquistar o eleitorado
Dentre as carreiras, professor e médico são as mais empregadas, em seguida estão os militares e comerciantes. Nesse segmento, podemos citar, como exemplo, Professor Caverninha (PHS), Doutor Mikimba (PTN), Suboficial Ademar Tiririca (PTC) e a Loira dos Móveis Usados (PTC). Todos eles são postulantes a uma das 24 cadeiras da Assembleia.
Para chamar atenção de moradores, alguns colocam, em seus nomes, o local de nascimento ou de moradia. Marina Coopavila II (PMDB) e Juca de Anhanduí (PTN) disputam a cadeira de deputado estadual com apelidos que se referem a lugares. Outra técnica empregada é a utilização de funções religiosas nos nomes de urnas. Com isso, o eleitorado do Estado tem, como opção de escolha, Filho do Padre (PP), Bispo Marcos Vitor (PRB) e Mãe Jô de Iansã (PT). A reportagem é de Tavane Ferraresi.