“Fomentar a cultura do empreendedorismo, a produção em seus mais distintos segmentos, valorizando e estimulando as empresas a se modernizarem contribui e muito para o desenvolvimento sustentável das cidades, do nosso Estado e do nosso País. Isso traz mais qualidade de vida para as pessoas e este é o foco do nosso trabalho!”, ressaltou o candidado a senador, Antonio João (PSD).
É por meio da Fundação Barbosa Rodrigues, que Antonio João ajuda muita gente. Mas ele quer fazer mais pelo povo. Quer cuidar e dar uma melhor qualidade de vida para a população, partindo da melhoria na educação. Essa é uma de suas principais bandeiras: lutar por escolas de qualidade para todos. Para isso, defende o ensino em tempo integral e mais qualificação para os professores. Ele sempre se lembra dos pais que, como educadores, fizeram questão de alfabetizar os filhos antes mesmo de entrarem na escola.
“Foi nesse momento que entendi a importância do estudo”. O candidato recorda que a dedicação de sua mãe a transformou em uma professora muito querida e respeitada. “Sou do tempo em que professores eram valorizados, ganhavam bem. Precisamos resgatar esse respeito, essa dignidade. Isso se faz pagando bons salários, mas também valorizando o profissional como ser humano”.
Ele vê que hoje o comprometimento com educação está cada vez menor. “Precisamos trazer de volta a educação de qualidade e o professor, valorizá-lo e respeitá-lo”.
Para Antonio João, investir na educação tem reflexos diretos também na saúde e na segurança. “É uma questão de prioridades. Vão gastar, quem sabe, R$ 300 milhões na construção de um aquário em Campo Grande. Com esta verba, construiria quatro grandes hospitais em Mato Grosso do Sul, com um centro especializado em hemodiálise.”
O candidato acredita também na criação de um plano Nacional de Segurança para mudar o cenário de violência que acompanhamos diariamente. “A ideia é aumentar o efetivo, os treinamentos e o acompanhamento psicológico aos servidores”.
Tornar-se empresário fez Antonio João conhecer ainda as dificuldades, principalmente burocráticas, do setor. Por isso, facilitar a vida do empresário e do microempresário também é prioridade. Para ele, trata-se de uma forma simples de movimentar a economia e criar empregos dignos.
Ele lembra ainda que nas partes mais desenvolvidas do Estado, como na conhecida região do Bolsão, no leste de Mato Grosso do Sul, há oferta de bons empregos, mas as vagas costumam ser preenchidas por pessoas trazidas de fora. “Falta qualificação para quem cresce aqui, temos que mudar isso, ou vamos ficar sempre no subemprego, com os piores salários.”
Buscar financiamento para setores necessitados também está nos planos do candidato, como em Três Lagoas, onde pescadores vêm sofrendo com a falta de peixes e restrições para a pesca no Rio Paraná. “Vamos buscar financiamento para que esses pescadores possam se tornar pequenos empresários, ter seu próprio tanque e cultivar o peixe em cativeiro”.