Os deputados estaduais terão apenas três sessões ordinárias para votar o projeto de reforma administrativa proposto pelo governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB). A expectativa é que a reforma entre na pauta de votação amanhã (16), para que haja tempo hábil para o projeto ser aprovado antes do recesso do Legislativo, já que a última sessão deste ano será na quinta-feira.
Com o prazo apertado, o texto não tramitará nas comissões permanentes da Casa e será votado em regime de urgência, por meio de acordo de lideranças. Neste caso, apenas um voto contrário, de um dos líderes de bancada, derruba a reforma tucana. Mas os parlamentares adiantaram que o projeto de Azambuja deve passar.
Somente se existir uma “grande surpresa” na reforma é que pode haver alguma objeção, diz o líder do PT, único partido de oposição ao novo Governo, Amarildo Cruz. Mas o futuro governador já havia antecipado as mudanças que fará na estrutura administrativa do Estado, como a extinção e fusão de secretarias. Azambuja correu contra o tempo para viabilizar a reforma. Ele chegou a enviar a reformulação para o governador André Puccinelli (PMDB) sem ter recebido a documentação completa referente à transição.
A reportagem, de Zana Zaidan, está na edição de hoje (15) do jornal Correio do Estado