Cerca de dez partidos nanicos que hoje têm bancada na Câmara Municipal, começarão a elaborar novos planos diante do projeto de reforma política que visa o fim das coligações proporcionais. Se quiserem continuar na Casa de Leis no próximo mandato, os integrantes das siglas terão que migrar para cúpulas maiores, apostar na fusão com outros nanicos ou assumirão o desafio de vencer o pleito de 2016 sem estrutura até então oferecidas pelas chapas.
Diante da possibilidade de cenário até então nunca visto, partidos menores se dividem entre os que vão encarar o desafio seguirem sozinhos e os que ainda buscam saída para não definharem eleitoralmente. PPS, PTdoB e PSB, por exemplo, optaram por lançar candidato próprio à Prefeitura de Campo Grande.
A estratégia pode fortalecer nomes que serão lançados para vereador e acaba inflando a lista de postulante a chefe do Executivo.
(*) A reportagem, de Jéssica Benitez, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.