A força-tarefa de promotores de Justiça, montada para concluir as investigações da Coffee Break, não vai mais alterar o relatório do coordenador demissionário do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), Marcos Alex Vera, e muito menos elaborar outro documento.
Promotores vão debruçar em cima de milhares de páginas de documentos para encontrarem provas.
Da conclusão do que for feito por este grupo, sairá a decisão do procurador-geral de Justiça, Humberto Brites, de oferecer denúncia contra os investigados de “compra e venda” de votos dos vereadores para cassação do mandato do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), ou optar por arquivamento, se não houver provas concretas da prática da corrupção.
*Leia reportagem, de Adilson Trindade, na edição desta quarta-feira (30) do jornal Correio do Estado.