A eleição para prefeito de Campo Grande acontece em outubro e até agora já se soma sete partidos que sinalizaram suas pré-candidaturas. Esse número pode aumentar porque faltam definições de algumas legendas.
O mais recente partido a anunciar um nome é o PSTU, que hoje divulgou que o servidor público federal Suél Ferranti da Silva deve estar no páreo. Na eleição de 2014, ele foi vice do Professor Monje para a disputa ao governo do Estado. Em 2012, Suél tentou o Executivo da Capital.
"É possível sim haver uma mudança concreta na vida dos trabalhadores de Campo Grande. Apresentaremos um programa que atenda isso", afirmou Suel, via assessoria de imprensa.
O cenário da corrida eleitoral para prefeito de Campo Grande é desenhado ainda com a presença de Rose Modesto, pelo PSDB. A legenda é a que demonstra estar mais definida e já costura a presença do médico Ricardo Ayche (PSB) como vice.
No PP, Alcides Bernal tentará sua reeleição, mas por enquanto comenta pouco sobre suas pretensões. O PDT definiu a ex-vereadora Tereza Name, mas ainda há a possibilidade do deputado federal Dagoberto ser o candidato.
Outro partido que teve definições foi o PMDB, que definiu como pré-candidato o deputado estadual Márcio Fernandes.
No PTB, Nelsinho Trad figura como pré-candidato em um projeto de tentar voltar à prefeitura, que comandou quando estava no PMDB.
O deputado estadual Coronel David (PSC) confirmou sua pré-candidatura e ainda trouxe o deputado federal Jair Bolsonaro para tentar reforçar seu nome.
O PT ainda segue estudando quem de seu quadro pode entrar na corrida eleitoral. Outros partidos não divulgaram as pretensões. O vereador Marcos Alex já anunciou que almeja ao cargo.
Em 2012, a eleição para prefeito teve a concorrência de sete candidatos, entre eles Bernal (PP), Edson Giroto (PMDB), Reinaldo Azambuja (PSDB), Marcelo Bluma (PV), Professor Sidney (PSOL), o próprio Suel (PSTU) e Vander Loubet (PT).