Otimista quanto ao apoio do PMDB à pré-candidatura da vice-governadora Rose Modesto (PSDB), o chefe da Casa Civil, Sérgio de Paula, encarregado da articulação política dos tucanos, aposta em racha no partido para, até o próximo sábado, quando acontecerá a convenção, conseguir fechar o acordo.
O PSDB considera determinante ter o PMDB pedindo votos para Rose nesta eleição, que vai escolher o sucessor de Alcides Bernal (PP). O mesmo vale para o PDT, que tem como pré-candidato o deputado federal Dagoberto Nogueira, mas estuda apoiar Rose.
Quanto ao acerto com o PMDB, trata-se de complicada costura. Enquanto o diretório regional do partido, comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, defende o palanque para Rose, o municipal, cujo presidente é Ulisses Rocha, advoga por não apoiar nenhum candidato a prefeito.
O ex-governador André Puccinelli, bem como os vereadores do partido, tem opinião em ficar de fora da coligação.
*Leia reportagem, de Zana Zaidan, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.