Os cabos eleitorais da campanha deste ano não contavam com a greve dos bancários no meio do caminho.
A paralisação das instituições financeiras também vai refletir no mundo político. Isso porque os coordenadores de campanha estão tendo dificuldades de fazer o pagamento dos poucos funcionários que contrataram neste ano.
“Isso vai acontecer infelizmente. As agências não estão emitindo talão de cheque e vai dificultar um pouco. É um prejuízo para poder fazer algumas transações bancárias. Temos uma equipe modesta que vai receber, mas depende da definição da greve”, explicou a vereadora e candidata a reeleição Carla Stephanini (PMDB).
Já a equipe de Rose Modesto pode ter dificuldades para descontar o cheque. Segundo o coordenador de campanha e secretário estadual de Administração licenciado, Carlos Alberto de Assis, houve um planejamento antecipado para evitar problemas neste momento de paralisação dos bancários.