Política

Desafio

Derrotas eleitorais podem minar reeleição de Azambuja em 2018

Candidatos do PSDB estão com desempenho menor que o esperado

Redação

19/09/2016 - 03h00

A eventual derrota da vice-governadora Rose Modesto (PSDB) na disputa pela Prefeitura de Campo Grande pode inviabilizar o projeto de reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em 2018. A última pesquisa do Ibope disparou o alarme no comando de campanha de Rose com números totalmente desfavoráveis e assustadores. A queda da candidata e o crescimento do principal rival, deputado estadual Marquinhos Trad (PSD), com perspectiva das eleições acabarem no primeiro turno, se não houver mudança de rumo, abalou o “sistema nervoso” da base governista.

Nesta altura da campanha eleitoral, Rose deveria estar conquistando pontos, como vinha acontecendo até o início do mês, baseando-se na pesquisa do próprio Ibope e, também, do Ipems. Faltando duas semanas para as eleições, os marqueteiros de Rose terão de “operar milagre” para promover a correção de rumo, porque o tempo se tornou outro adversário perigoso para Rose.

Os marqueteiros terão de reavaliar o planejamento de campanha, encontrar os erros praticados e mudar a estratégia para impedir a vitória de Marquinhos, ainda, no primeiro turno. O candidato do PSD precisa de apenas 4 pontos percentuais para vencer as eleições no primeiro turno, tendo como referência a pesquisa do Ibope. 

Até as eleições, 2 de outubro, se Marquinhos conquistar mais 2 pontos percentuais e os adversários perderem outros 2 pontos, não terá segundo turno em Campo Grande. A eleição será definida com a vitória de Marquinhos. Por isto do nervosismo do comando de campanha de Rose. Não há mais tempo disponível para fazer todas as correções de rumo.

A derrota em Campo Grande afeta frontalmente os planos do governador Reinaldo Azambuja. O desastre poderá ser maior ainda se Ruiter Cunha (PSDB) perder em Corumbá e o deputado federal Geraldo Resende (PSDB), em Dourados. O governador apostou em dois nomes “importados” de partidos rivais para conquistarem a prefeitura pelo PSDB. E pelo jeito pode dar tudo errado.

A origem do Ruiter é o PT e de Geraldo, o PMDB. O deputado federal era o principal nome do antigo partido para disputar a Prefeitura de Dourados. Mas foi surpreendido com a investida do governador para tirá-lo do PMDB e torná-lo candidato do PSDB. Só não há nenhuma garantia de Geraldo sair vencedor. Ele enfrenta uma forte rival, Délia Razuk (PR), que lidera a preferência do eleitorado.

*A reportagem completa está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

mato grosso do sul

Pessoas físicas doaram R$ 5,36 milhões para candidatos ao governo e ao Senado

O governador reeleito Eduardo Riedel (PP) e o senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) concentraram 75,3% das contribuições

05/11/2026 08h00

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel Marcelo Victor

Continue Lendo...

master paraguaio

Oposição pede impeachment de presidente do Paraguai

Pedido está sendo feito depois do escândalo financeiro que fechou o Ueno Bank e afetou 3 milhões de correntistas. Peña era acionista do banco

05/11/2026 06h55

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).