O Partido Progressista tem bens bloqueados que somam mais de R$ 470 milhões, conforme determinação da Justiça Federal.
A medida é em razão da ação de improbidade administrativa apresentada pelo Ministério Público Federal contra o Partido dos Progressista (PP), por desvios ocorridos na Petrobras. Trata-se do primeiro processo contra um partido na Operação Lava Jato.
De acordo com a determinação judicial proferida pelo juiz federal Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara Federal de Curitiba, a indisponibilidade de bens abrange onze acusados – sendo seis deputados federais e quatro ex-deputados – e do PP. Veja quem teve valores bloqueados:
• Partido Progressista (PP): R$ 9.880.000;
• Mário Negromonte Júnior (PP-BA), deputado federal: R$ 2.733.000;
• Nelson Meurer (PP-PR), deputado federal: R$ 78.800.000;
• Otávio Germano (PP-RS), deputado federal: R$ 10.040.000;
• Luiz Fernando Faria (PP-MG), deputado federal: R$ 8.160.000;
• Roberto Brito (PP-BA), deputado federal: R$ 8.160.000;
• Artur Lira (PP-AL), deputado federal: R$ 7.767.776,96;
• Pedro Corrêa (PP-PE), ex-deputado: R$ 46.800.000;
• Pedro Henry (PP-MT), ex-deputado: R$ 800.000,00
• João Pizzolatti (PP-SC), ex-deputado: R$ 124.055.758,32;
• Mário Negromonte (PP-BA), ex-deputado: R$166.921.262,16;
• João Claudio Genu, ex-assessor parlamentar: R$ 12.800.000;