Política

Improbidade administrativa

Nove denunciados escaparam de processo da Coffee Break

Ontem a 1ª Câmara Cível do TJMS livrou mais dois das acusações do MPE

De 24 denunciados na ação por improbidade administrativa na Coffee Break, nove foram excluídos do processo por determinação da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Até agora, apenas dois então vereadores Jamal Salém (PR) e Chocolate (PP) não conseguiram escapar do processo. A denúncia contra eles foram mantidas.

O Ministério Público Estadual (MPE) pede na ação o ressarcimento de R$ 25 milhões dos acusados de participarem do suposto esquema de “compra e venda” de votos para cassar o mandato do então prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), na Câmara Municipal. O juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais homogêneos, David de Oliveira Gomes Filho, aceitou o pedido da força-tarefa do MPE para processar os políticos.

Mas, um a um os acusados estão sendo excluído da ação por falta de provas. Ontem, os desembargadores da 1ª Câmara Cível aprovaram o recurso, por unanimidade, do então vereador Edil Albuquerque (PTB) e, por dois votos a um, enterraram também o processo contra o vereador Eduardo Romero (Rede). O recurso do Romero contou com voto contrário do relator, desembargador Sérgio Martins. Mas os demais integrantes da 1ª Câmara não acompanharam o seu voto. Os desembargadores João Maria Lós e Marcelo Raslan acolheram a fundamentação da defesa do vereador para livrá-lo do processo. 

* Leia a reportagem, de Renata Volpe Haddad e Adilson Trindade, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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