As mudanças das leis eleitorais que começaram a vigorar este ano, têm sido uma das maiores dificuldades para a campanha do governador e candidato à reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB), foi o que destacou o coordenador de campanha em Campo Grande e ex-secretário de Administração do Estado, Carlos Alberto Assis.
Com a série de “nãos”, a maneira mais ágil e eficaz é levar as propostas pessoalmente para a população, destacou o secretário. Assis disse que na Capital, o importante é colocar a campanha “no chão”. “Começamos há quinze dias e o que queremos é colocar no chão, visitando as pessoas e acho que começamos bem, pois já houve resultado nas pesquisas”, comentou.
Segundo o coordenador, a população quer que a mensagem seja levada pessoalmente. “Eles querem saber individualmente as propostas dos candidatos. Estamos visitando muitas residências. Na Capital, dividimos as visitas nas sete regiões, indo de casa em casa”, afirmou.
Assis avaliou que os eleitores indecisos estão mudando o pensamento, a partir do momento em que passam a conhecer as propostas. “A gente mostra o que fizemos nesses três anos e meio e os motivos do que ainda não fizemos. Eles entendem que não é hora de arriscar, pois, apesar da crise, o governo fez entregas”, avaliou.
As dificuldades dessa campanha, conforme Assis, são de que muita “coisa não pode”. “Houve mudança de lei, agora há muitas proibições, como não pode ficar em esquina, não pode ter carro de som, tem limitação de espaço. Uma série de nãos e tomamos muito cuidado para cumprir a lei”, explicou.
Outra dificuldade, segundo o coordenador de campanha, é a falta de recursos. “Agora, só pessoas físicas podem doar. Nossa vaquinha virtual ainda não deu leite, o tempo de televisão diminuiu. Com tudo isso, estamos focando na eleição corpo a corpo, levando as propostas pessoalmente”, disse Assis.