Política

ELEIÇÕES 2018

Cobrado por aliados, Alckmin decide subir tom de ataques

Cobrado por aliados, Alckmin decide subir tom de ataques

Redação

19/09/2018 - 04h30
Notícia sem imagem

Cobrado por aliados pela postura considerada morna, o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) concordou nesta terça-feira (18) com a necessidade de partir para o ataque para garantir uma vaga no segundo turno.
Até então refratário a fazer colocações mais agressivas, o tucano foi convencido de que o voto conservador continuará na órbita de Jair Bolsonaro (PSL) caso ele não suba o tom.

O receituário é o mesmo que ele já evidenciou nos últimos dias. Alertará para o que chama de risco de radicalismo de direita, com o capitão reformado, e populismo de esquerda, com Fernando Haddad (PT). A forma é que, segundo aliados, mudará.

A previsão é que Alckmin não deixe apenas que as propagandas eleitorais de sua coligação batam em Bolsonaro e no PT, mas ele próprio vá à televisão com a mensagem -que precisa ser exposta por ele de maneira mais clara e direta, na avaliação da campanha. 

O tucano se encontrou, em São Paulo, com seu marqueteiro, Lula Guimarães, e líderes dos partidos de sua coligação -a segunda reunião dessa envergadura desde o início oficial da campanha. 

Estavam presentes representantes dos oito partidos da coligação como Valdemar Costa Neto, que manda no PR apesar de estar desfiliado, Marcos Pereira, presidente do PRB, ACM Neto, presidente do DEM, Guilherme Mussi e Aguinaldo Ribeiro, do PP, e Roberto Freire, do PPS.

Solidariedade, PSD e PTB mandaram emissários de segundo escalão.

Nas palavras do coordenador político da campanha, ACM Neto (DEM-BA), na saída da reunião, os dois eventos que travavam o debate político foram superados.

"O futuro do Brasil não pode ficar entre uma facada e uma prisão", afirmou em referência ao ataque a Bolsonaro e à tentativa do ex-presidente Lula de se candidatar, embora cumprindo pena.

O encontro também serviu como demonstração de força e união da coligação, em momento de desânimo com a candidatura do tucano. 

"Estamos bastante seguros em relação ao planejamento que foi feito e há tempo suficiente para virar o jogo e garantir a presença de Geraldo no segundo turno. Esse é o principal objetivo da reunião de hoje", disse ACM.

Ele mencionou que, em 2014, a esta altura da campanha, Marina Silva liderava e o candidato tucano, Aécio Neves, "estava fora do jogo". 

mato grosso do sul

Pessoas físicas doaram R$ 5,36 milhões para candidatos ao governo e ao Senado

O governador reeleito Eduardo Riedel (PP) e o senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) concentraram 75,3% das contribuições

05/11/2026 08h00

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel Marcelo Victor

Continue Lendo...

master paraguaio

Oposição pede impeachment de presidente do Paraguai

Pedido está sendo feito depois do escândalo financeiro que fechou o Ueno Bank e afetou 3 milhões de correntistas. Peña era acionista do banco

05/11/2026 06h55

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Agência do Banco Ueno em Pedro Juan Caballero

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).