Deputado estadual reeleito Eduardo Rocha (MDB) declarou que vai colocar o nome dele à disposição para disputar comando da Assembleia Legislativa. “Eu quero, claro que quero”, afirmou o parlamentar durante sessão desta terça-feira (16).
Além de Rocha, outro deputado que também disse que vai entrar na disputa para assumir um cargo na mesa diretora é o petista Pedro Kemp. “Vou pleitear cargo, tenho experiência na Casa, estou no sexto mandato”, declarou Kemp.
Porém as definições só poderão ser mais costuradas depois do resultado do segundo turno das eleições para governador do Estado.
Rocha lembrou também que o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), candidato à reeleição está com uma base “boa” no Legislativo, já que além dos 16 integrantes dos tucanos, Azambuja conta com o apoio dos únicos três emedebistas reeleitos na Casa de Leis, Márcio Fernandes, Renato Câmara e Rocha.
Apesar de Kemp almejar algum cargo na Assembleia Legislativa, o petista adiantou que não vai declarar apoio ao governador. “Os dois candidatos (Odilon de Oliveira e Azambuja) estão apoiando o Bolsonaro (presidenciável Jair Bolsonaro do PSL) e para nós fica difícil”, justificou.
O deputado Junior Mochi (MDB) termina seu mandato em 2019 depois de presidir a Casa de Leis por dois anos. O parlamentar se candidatou ao cargo de governador do Estado mas não foi eleito.
As eleições para definir a composição da nova mesa diretora será em fevereiro. A mesa diretora é composta por seis cargos, são eles: presidente, 1º vice-presidente, 2º vice-presidente, 3º vice-presidente; 1º secretário, 2º secretário e 3º secretário.
Mesmo com a renovação de 11 deputados, os 13 parlamentares reeleitos acreditam que os que estão há mais tempo na Casa vão ocupar os cargos mais expressivos. "Não tenho medo dos novatos não, não tenho problema nenhum com eles, todos que se elegeram têm seus méritos, mas creio que os mais antigos vão prevalecer", finalizou Rocha.