Política

POLÍTICA

Ex-presidente da Assembleia advoga para 14 sindicatos

Júnior Mochi concorreu ao governo nas últimas eleições

Redação

25/04/2019 - 10h49

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), Júnior Mochi (MDB), está representando 14 sindicatos que reivindicam a incorporação do abono de R$ 200 no salário. 

Na manhã desta quinta-feira (25) servidores do Governo do Estado de diversas categorias estão protestando no plenário e no saguão da casa de leis contra a decisão da administração do Mato Grosso do Sul de extinguir o valor dos salários de cerca de 30 mil servidores. 

“São duas questões debatidas: o fim do abono e o reajuste salarial. O abono primeiro porque esta externo desde 31 de março conforme determinou a lei de 2018 que caso o governo estivesse acima do limite prudencial”. 

Ainda conforme Mochi os servidores tem um estudo que comprova que há limite para o reajuste e incorporação do abono. “O abono já está no salário. O que tem que ver é o crescimento vegetativo que precisa se discutido”. 

O ex-presidente alegou que foi contratado pelos sindicatos por sua experiência em direito administrativo e negociações salariais. “Eu tenho experiência e hoje sou advogado. Represento 14 sindicatos”.

TUMULTO

Servidores estaduais lotaram a sessão desta quinta-feira (25) da Assembleia Legistavia de Mato Grosso do Sul, no Parque dos Poderes, região leste de Campo Grande, para protestar contra o corte do abono salarial de R$ 200 no mês de maio e não concessão de reajuste salarial neste ano, conforme revelado pelo Governo do Estado. Com o fechamento dos portões de acesso por conta do grande número de pessoas, um grupo mais exaltado tentou forçar a entrada. As atividades na Casa de Leis foram temporariamente suspensas por 20 minutos e o clima é tenso. Alguns dos deputados estaduais conversam com os manifestantes para pedir calma. 

Veja o vídeo abaixo:

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