O PDT elegeu neste sábado o novo presidente da sigla em Campo Grande, Yves Drosghic, após a renúncia do vereador Odilon de Oliveira em administrar o diretório. Com a nova composição, os planos da agremiação é eleger em 2020 entre cinco e sete vereadores na Capital, além de lançar 21 candidatos a prefeitos pelo interior de Mato Grosso do Sul.
“A meta é fazer de cinco a sete vereadores. Agora é chapa única. Achávamos que o partido que coligou conosco não faria nenhum. Agora vamos entrar com a chapa completa. Estamos fazendo levantamento de pelo menos 21 candidatos a prefeito. Atualmente temos três prefeitos eleitos. Nas últimas tivemos 26 candidatos a prefeito”, afirmou o deputado federal e presidente do partido em Mato Grosso do Sul, Dagoberto Nogueira.
Ainda se recuperando de conflitos internos, o partido não tem garantia de permanência do juiz federal aposentado e ex-candidato ao Governo do Estado, Odilon de Oliveira, na sigla e busca nomes para disputar a Prefeitura de Campo Grande, podem até mesmo ser Dagoberto Nogueira.
“Eu não sei, a informação que eu tenho é que fizeram um entendimento com o Marquinhos, mas eu não sei que nível de entendimento é esse e se tem algum compromisso, mas o Odilon seria o candidato natural nosso. Logicamente teríamos que ter uma conversa com ele para ele defender nossas teses. Eu não sei se vai continuar filiado, mas se continuar fica como pré-candidato”, destacou o parlamentar.
Yves declarou que como presidente deve buscar novos nomes para compor a chapa de vereadores em Campo Grande a expectativa é aumentar a bancada do partido que atualmente tem dois vereadores, sendo o Odilon Junior que já anunciou que vai sair da sigla durante a janela partidária de março de 2020, e o vereador Ademir Santana, do grupo do deputado estadual Jamilson Name - que recebeu nesta semana uma autorização para deixar o partido. Ademir disse que vai esperar as decisões de Name para saber se continua ou não na agremiação.
“A gente pode lançar até 58 candidatos a vereador. Eu acredito que precisamos fazer um estudo porque lançar muitos para poucos votos é ruim. Melhor seria lançar entre 30 e 40 candidatos com nomes fortes. Acho que de três a quatro vereadores a gente consegue fazer. Depende de fazer mais se lançarmos candidato a prefeito”, declarou.