A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, agravo interno e manteve o ex-governador André Puccinelli (MDB) como réu por improbidade administrativa na Operação Coffee Break.
O julgamento ocorreu na tarde da última quinta-feira (15) e representou mais uma derrota para o cacique emedebista, apesar do fato de no último dia 13 de maio ele conseguiu liminar para se livrar do interrogatório na véspera da abertura do julgamento na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.
O recurso do ex-governador foi negado pela relatora, ministra Assusete Magalhães. Após a negativa, os ministros Og Fernandes, Mauro Campbell Marques, Francisco Falcão e Herman Benjamin acompanharam a relataram e negaram o provimento ao agravo interno.
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Entenda
A ação por improbidade contra 23 políticos e empresários tramita na Justiça há três anos e cinco meses.
Ainda há depoimentos marcados para julho, de testemunhas da acusação, e depois testemunhas de defesa.
A operação Coffee Break foi realizada no dia 25 de agosto de 2015 e investigou o pagamento de propina e articulação criminosa para cassar o mandato de Alcides Bernal.
No dia de sua execução, Bernal retornou ao mandato.