Política

ELEIÇÕES 2022

Número 1 da gestão de Azambuja deixa governo para cuidar de campanha

Sérgio de Paula vai sair da chefia da Casa Civil e reforçar pré-campanha de Eduardo Riedel

Um dos secretários mais próximos do governador Reinaldo Azambuja, do PSDB, Sérgio de Paula (chefe da Casa Civil) vai deixar o governo para reforçar a campanha do pré-candidato ao governo, Eduardo Riedel, informou a assessoria de imprensa dos tucanos.

De Paula entra de férias (15) na segunda-feira e, logo em seguida, entra na pré-campanha de Riedel. O nome do substituto ainda não foi divulgado pelo governo.

Ao anunciar o afastamento da pasta, o secretário disse que a gestão de Azambuja investiu recursos e cooperou com as prefeituras dos 79 municípios sul-mato-grossenses.

Além de secretariar o governo, a missão de De Paula é a de cuidar da relação com prefeitos e vereadores do Estado. Ele também preside o PSDB regional. 

Atua nas campanhas eleitorais envolvendo a legenda há pelo menos duas décadas.

“Vou deixar o governo com uma missão: colaborar com a campanha de Eduardo Riedel, que é o homem mais preparado para a sucessão estadual. Dessa forma, também vou ajudar a defender o legado do governador Reinaldo Azambuja, que sanou as finanças do Estado, investiu nos 79 municípios sem olhar cor partidária, colocou Mato Grosso do Sul na liderança da vacinação contra a Covid-19 e estendeu as mãos para aqueles que foram mais prejudicados pela pandemia”, afirmou o secretário.

Conhecido dentro do partido como um estrategista, o chefe da Casa Civil, segundo seus assessores, foi um dos coordenadores das campanhas de Reinaldo Azambuja para deputado estadual (2007), deputado federal (2011), prefeito de Campo Grande e governador, e foi chefe de gabinete dos mandatos de deputado estadual e federal (2007-2014).

Além de atuar no governo estadual, Sérgio de Paula atuou ainda como secretário de Fazenda de Dourados, funcionário do Banco Real por 18 anos (onde ocupou cargo de gerente-geral) e diretor da Assomasul, a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul, por 8 anos.

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